Planilha de horas trabalhadas: como montar e quando trocar
As colunas que a planilha de horas trabalhadas precisa ter, a fórmula do total e os quatro pontos em que ela começa a custar dinheiro para quem cobra por hora.
As 7 colunas de uma planilha de estoque que funciona, as fórmulas de saldo e custo médio, os erros que fazem o número mentir e a hora certa de trocar.
Uma planilha de estoque que funciona registra movimento, não saldo. Essa única escolha separa a planilha que dura anos da que desiste no segundo mês. Aqui está o desenho completo: as 7 colunas, as fórmulas de saldo e custo médio, e os erros que fazem o número da tela descolar do número da prateleira.
Cada linha é um movimento — uma entrada, uma saída ou um ajuste. Linha antiga não se edita: aconteceu de novo, lança de novo.
A tentação é criar uma coluna "quantidade atual" e ir sobrescrevendo. Três problemas aparecem rápido:
Registrando movimentos, o saldo vira uma soma — e soma não esquece nada. É assim que sistema de gestão controla estoque por dentro, e a planilha pode copiar a ideia de graça.
O saldo de um produto é a soma das quantidades dos movimentos dele:
=SOMASE(colunaproduto; "Produto X"; colunaquantidade)
Como entrada é positiva e saída é negativa, uma fórmula só resolve — e o saldo de qualquer data do passado é a mesma soma, filtrada até aquela data.
Para o custo médio simples: some quantidade vezes custo unitário das entradas do produto e divida pela soma das quantidades dessas entradas. É uma aproximação honesta para quem compra a preços parecidos. O custo médio rigoroso recalcula a cada entrada, na ordem em que elas aconteceram — uma conta que cresce rápido demais para planilha e que é melhor deixar para um sistema.
É esse custo que alimenta a linha de custos do seu modelo de DRE.
De tempos em tempos, conte o físico. Se a contagem der diferente da planilha, não corrija o saldo: lance um movimento de ajuste com a diferença e o motivo. A diferença registrada é informação — é ela que mostra se a quebra foi pontual ou se tem furo todo mês no mesmo produto.
Os sinais costumam chegar nesta ordem: duas pessoas precisando lançar ao mesmo tempo; a saída da venda ficando para depois, e às vezes para nunca; e o custo médio virando uma conta que ninguém quer fazer. Daí em diante, o ganho de um sistema não é estética — é a baixa acontecer sozinha. No Criando Gestão, o estoque funciona exatamente como esta planilha, movimento a movimento: concluir uma venda baixa o estoque no mesmo passo, o custo médio sai calculado, o inventário grava a diferença e há alerta de estoque mínimo. É gratuito: veja as funcionalidades. E para o registro das vendas em si, o desenho está na planilha de vendas.
As colunas que a planilha de horas trabalhadas precisa ter, a fórmula do total e os quatro pontos em que ela começa a custar dinheiro para quem cobra por hora.
O modelo de DRE pronto para copiar: receita, deduções, custo, despesas e lucro, com um exemplo preenchido e o jeito de gerar tudo automático, de graça.
O modelo de planilha de vendas com as colunas certas, os três números que valem acompanhar e o ponto exato em que a venda a prazo quebra o controle.
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