Modelo de DRE: a estrutura pronta para copiar, linha por linha
O modelo de DRE pronto para copiar: receita, deduções, custo, despesas e lucro, com um exemplo preenchido e o jeito de gerar tudo automático, de graça.
As colunas que a planilha de horas trabalhadas precisa ter, a fórmula do total e os quatro pontos em que ela começa a custar dinheiro para quem cobra por hora.
Se você cobra por hora, a planilha é quase sempre o primeiro controle — e por um tempo ela dá conta. O problema aparece no fim do mês, na hora de transformar aquelas linhas em uma cobrança que o cliente entenda.
Este artigo tem as duas partes: como montar a planilha de horas trabalhadas que funciona, e onde ela começa a custar dinheiro.
Menos do que isso não sustenta uma cobrança; mais do que isso ninguém preenche.
Guarde o tempo em minutos e converta na hora de multiplicar. Se a coluna de tempo tem 90 e o valor da hora está em outra célula, o total é:
= minutos / 60 * valordahora
Parece detalhe, mas é o que evita o erro mais comum: somar "1,5" com "1:30" achando que são a mesma coisa. Para a planilha, não são.
Se você arredondar o valor de cada linha e depois somar, o total fica alguns centavos diferente da conta certa. Some tudo e arredonde no fim — é a diferença que o cliente encontra quando refaz a conta na calculadora.
Ela não quebra de uma vez. Vai ficando cara aos poucos, e sempre pelos mesmos quatro lugares.
Enquanto é você sozinho, funciona. Com três pessoas apontando, alguém sobrescreve a linha do outro, ou trabalha numa cópia que ninguém mais vê. Aí a hora existe, mas não está no arquivo que você usa para faturar.
E toda coluna preenchida à mão um dia é esquecida. O resultado tem dois lados, e os dois são ruins: cobrar duas vezes a mesma hora — o cliente percebe — ou nunca cobrar aquelas horas, que é o prejuízo que ninguém reclama porque ninguém vê.
Você combina um valor novo e troca a célula do valor da hora. Se a fórmula aponta para essa célula, o mês passado muda de valor sozinho. A planilha não avisa. A conta que você já mandou passa a não bater com a que está na tela.
Somar, copiar o total, abrir o financeiro, criar a conta, escrever a descrição. Todo mês, para cada cliente. É onde entra o erro de digitação e onde se perde uma tarde que valia mais como hora trabalhada.
No Criando Gestão o apontamento de horas é um aplicativo do próprio sistema, e isso resolve os quatro pontos acima por construção:
E como a conta nasce dentro do financeiro, ela aparece no contas a receber, no fluxo de caixa e nos relatórios junto com o resto — sem exportar nada.
Quando o cliente perguntar "esse valor é o quê?", a resposta está na tela: cada hora com data, pessoa e descrição do que foi feito.
O campo de tempo aceita 2h30, 2:30, 150 (minutos) e 2,5. Isso não é indecisão: cada pessoa da equipe anota de um jeito, e obrigar um formato só é o tipo de atrito que faz todo mundo parar de apontar — e um controle sem apontamento não serve para nada.
Não precisa migrar nada. Crie a conta, ligue o aplicativo de horas e aponte o trabalho de hoje. No fim do mês você compara: de um lado a planilha somada à mão, do outro a conta a receber pronta, com cada hora explicada.
O sistema é gratuito por inteiro — sem limite de horas, de projetos ou de pessoas, e sem cartão de crédito no cadastro. Se quiser ver tudo o que vem junto, a página de controle de horas trabalhadas mostra o caminho completo, do apontamento à cobrança.
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