Como faturar convênio médico sem deixar dinheiro no caminho
O ciclo do faturamento em cinco passos, por que a tabela do plano é outra tabela, as glosas que mais aparecem e o que o prazo do convênio faz com o seu caixa.
As nove colunas que a planilha de controle de pacientes precisa ter, duas fórmulas úteis e o aviso que falta: ficha de paciente é dado sensível pela LGPD.
Consultório que está começando controla paciente em planilha, e faz sentido: é grátis, abre em qualquer computador e ninguém precisa aprender nada. Este artigo tem as colunas que funcionam — e um aviso que não costuma vir junto, sobre o tipo de dado que você está guardando ali.
Menos que isto não sustenta um retorno; mais que isto ninguém preenche.
Com essas nove colunas você consegue, no fim do mês, três respostas que o caderno não dá: quanto entrou por convênio, quantos faltaram e quem não volta desde quando.
Para o total por convênio, com a coluna do convênio em C e o valor em H:
=SOMASE(C:C; "Unimed"; H:H)
Para a taxa de falta do mês, com a situação em I:
=CONT.SE(I:I; "faltou") / CONT.VALORES(I:I)
A segunda costuma assustar na primeira vez que alguém calcula. Consultório com 15% de falta está com uma agenda de sexta-feira inteira vazia por mês.
Aqui a planilha de paciente deixa de parecer a planilha de estoque.
Nome, telefone e convênio já são dados pessoais. No momento em que a coluna "procedimento" existe, você passou a guardar dado de saúde — que a LGPD trata como dado pessoal sensível, com regra mais dura que o resto.
O que isso muda na prática, para um arquivo do Excel:
Nada disso quer dizer "não use planilha". Quer dizer: se você vai usar, use com senha no arquivo, num lugar só, com acesso a quem precisa — e saiba que o controle acaba aí.
A agenda não conversa com o controle. A marcação está no caderno da recepção e o atendimento na planilha. Quem faltou some do meio: ninguém digita a linha de quem não veio, e a taxa de falta fica invisível justamente porque é o dado que não gera trabalho.
O convênio some no meio. A planilha soma o que foi atendido. Ela não sabe o que já foi faturado, o que foi pago e o que foi glosado — e é essa diferença que some do caixa sem ninguém perceber.
O prontuário não cabe ali. A evolução do atendimento numa coluna de texto do Excel não tem assinatura, não tem trava de edição e não tem guarda garantida por 20 anos. É a hora em que a planilha deixa de ser insuficiente e passa a ser problema.
O sinal costuma ser um destes três, e ele chega antes do que se imagina:
Se você chegou em algum deles, o próximo passo não precisa ser caro. O Criando Gestão tem agenda, ficha de paciente, prontuário e faturamento de convênio no mesmo lugar, de graça e sem limite — a página do sistema para clínicas mostra o fluxo inteiro.
Se o que pesa hoje é o convênio, comece pelo artigo de como faturar convênio médico. Se o que pesa é a ficha, veja o que conferir num prontuário eletrônico gratuito. E se você cobra por hora em vez de por consulta, a planilha de horas trabalhadas resolve o outro lado.
O ciclo do faturamento em cinco passos, por que a tabela do plano é outra tabela, as glosas que mais aparecem e o que o prazo do convênio faz com o seu caixa.
As cinco travas que separam um prontuário eletrônico gratuito de um bloco de notas: assinatura que fecha o texto, correção por adendo e guarda de 20 anos.
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